A resposta está no MIP. O Manejo Integrado de Pragas (MIP) é uma técnica que substitui a aplicação calendarizada ou baseada no "achismo" (como "vi um percevejo, tem que aplicar") pela tomada de decisão baseada em dados e na avaliação do risco econômico real.
O MIP define o momento certo de intervenção através de três conceitos fundamentais:
Nível de Dano Econômico (NDE): é o nível populacional da praga em que o custo do controle (aplicação do defensivo) se iguala ao valor da perda de produtividade que a praga causaria. Atingir o NDE significa que, financeiramente, a praga já causou um prejuízo que o controle não conseguirá cobrir.
Nível de Controle (NC) ou Nível de Ação (NA): este é o ponto crucial. O Nível de Controle é o limite da população da praga em que a intervenção (aplicação do defensivo) deve ser feita para impedir que a população atinja o Nível de Dano Econômico.
Monitoramento Constante: nada disso funciona sem o acompanhamento regular e sistemático da lavoura. Profissionais treinados, como os da Sólida Agroconsultoria, utilizam metodologias específicas (como batida de pano) para quantificar as pragas e comparar os números encontrados com os níveis de controle estabelecidos para cada cultura e praga.
A aplicação só vale a pena quando a população da praga atinge o Nível de Controle. Se os números estiverem abaixo desse patamar, a aplicação é, na prática, um desperdício de dinheiro.
Na Sólida, utilizamos sistemas que mostram, praga por praga, qual é o nível exato de controle. Isso permite que nossos clientes economizem significativamente (podendo chegar a até 50% em alguns casos de inseticidas), pois o produto é aplicado somente no momento e local em que a pressão da praga justifica o investimento.
Portanto, só vale a pena aplicar defensivo quando o monitoramento indicar que a população da praga atingiu o Nível de Controle (NC). Essa é a forma mais inteligente, sustentável e lucrativa de garantir a produtividade.
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